Anúncios relacionados com o conteúdo das páginas (a mina do Google), publicidade constituída por curtos links e (a meu ver, uma das formas com mais potencial) anúncios inultrapassáveis de poucos segundos antes de se ver um vídeo online - são todas formas mais ou menos recentes de publicidade na Web, que têm tornado o tradicional banner antiquado, se bem que (ainda) não dispensado.
Para muitos utilizadores da Internet, os banners, independentemente da parafernália visual que possam ter, passam despercebidos, filtrados automaticamente por um olhar já habituado à profusão publicitária neste meio.
Mas, ao que parece, mesmo que não suscitem cliques, os banners podem ajudar, através de efeitos subliminares, a criar uma imagem positiva de uma marca ou produto:
To test this, they asked students to read a multipage essay under the assumption that they’d be answering questions on the essay’s content. Instead, the students were ultimately quizzed about a fictitious brand of camera, Pretec, that had appeared in banner ads on the pages that contained the essay. Different pools of students were exposed to Pretec ads zero, five, or 20 times.
Afterwards, when asked about their negative feelings towards the brand, the number of exposures made absolutely no difference. In contrast, those students asked about their positive feelings towards the brand saw those feelings increase in a linear fashion based on the number of exposures.
A propósito de publicidade online, um interessante post (via eCuaderno) sobre as limitações dos anúncios contextuais e o conceito da publicidade por experiência e recomendação.
O autor refere-se ao The Deck, um sistema que reúne sites que são líderes de opinião e que é muito selectivo quanto aos anúncios que exibe:
We’re picky about the advertising we’ll accept. We won’t take an ad unless we have paid for and/or used the product or service. Sell us something relevant to our audience and we’ll sell you an ad. Limited opportunities are currently available for June, July and August.
Entretanto, há quem defenda que as grandes empresas não sabem muito bem como atacar o mercado publicitário online - e que as recentes compras (da DoubleClick pelo Google e, pouco depois, da aQuantive pela Microsoft) traduzem o surgimento de um efeito de bolha.




