Depois do NY Times, é a vez do Financial Times enveredar pelo caminho dos conteúdos gratuitos - pelo menos parcialmente.
O novo modelo não dá acesso a todos os artigos, mas oferece aos utilizadores a possibilidade de escolherem um número limitado de conteúdos a que podem aceder sem pagar:
The website wanted to abandon the system where it decided what was valuable for readers. “I think it’s going to be much more powerful to say, ‘You choose, it’s all there and it’s all good. Come on it and see what you want.’” [John Ridding, chief executive do Financial Times]
Não haja dúvidas: os tempos são de informação gratuita e personalizável.




